RESIDENTES

Borboletícia
Natural do Cariri cearense, Borboletícia é agente mobilizadora territorial, integrante da Coletiva EntreVerbos e aluna da II Turma de Defensoras Populares do Estado do Ceará. Atua como poeta, performer, escritora, artesã, contadora de histórias, comunicadora popular e educadora ambiental. Vê na oralidade poética uma ferramenta de expressão, diálogo e transformação social.
Borboletícia participou do Ciclo ORIGENS - PARCERIA CARIRI - Instituto Mirante - AGOSTO 2026

Márcio Silvestre
Márcio Silvestre é roteirista, jornalista, ator, dramaturgo e realizador audiovisual, natural do Crato, no Cariri cearense. Desenvolve trabalhos de escrita, pesquisa e criação de narrativas para o audiovisual e o teatro, com interesse especial pelas histórias, imaginários e modos de vida do interior do Nordeste.
É autor de projetos como o longa-metragem Pump da Sorte e a série Água Benta Milagrosa. Atualmente, integra a Residência Capivara, do Centro Cultural do Cariri, onde desenvolve pesquisa para a criação e o aprofundamento de seus projetos autorais, numa interação entre sertões que aproxima a Serra da Capivara, no Piauí, e a Serra do Catolé (Horto do Padre Cícero), no Cariri cearense.
Márcio Silvestre participou do Ciclo ORIGENS - PARCERIA CARIRI - Instituto Mirante - AGOSTO 2026.

Latife Hasbani
Latife Hasbani (São Paulo, 2000) vive e trabalha em São Paulo. Artista graduada pelo Centro Universitário Armando Alvares Penteado (FAAP), frequenta grupos de acompanhamento de projetos para artistas desde 2021. Pesquisa a dualidade presente nos sentimentos de exílio e pertencimento e acessa memórias e ascendências para pensar construção de identidade e subjetividades. Investiga presenças e atuações femininas e a forma em que são retratadas na história bíblica, desenvolvendo composições têxteis, fotografias, instalações e outros trabalhos que abordam gênero, judeidade e grafias.
Latife Hasbani participou do Ciclo FOGUEIRAS E CERÂMICAS - ORIGENS - Junho 2026.

Marcela Souza
Designer, pesquisadora e artista. Desde 2007 atua no campo do design gráfico em diálogo com as artes e a cultura. Trabalhou na Edusp (Editora da Universidade de São Paulo), na Folha de S.Paulo e na revista Cult. Entre 2013 e 2016 integrou a equipe de design da Festa Literária Internacional de Paraty. Atualmente é designer no Instituto Moreira Salles.
Sua prática se desenvolve entre o design, a pesquisa e a observação do cotidiano. Investiga técnicas de impressão, o livro como objeto e as relações entre práticas gráficas, espaços de trabalho e a cidade, entendendo o design como forma de leitura e construção de paisagens culturais.
Marcela Souza participou do Ciclo FOGUEIRAS E CERÂMICAS - ORIGENS - Junho 2026.
.jpg)
Lilian Arbex
Lilian Arbex é artista visual, pesquisadora e professora, com atuação centrada na aquarela como linguagem de investigação da paisagem brasileira. Mestre em Estética e História da Arte, desenvolve uma produção que articula território, memória e preservação ambiental.
É idealizadora do projeto Brasil em Aquarela, no qual percorre parques nacionais e áreas de proteção, transformando experiência direta em pintura. Seu trabalho parte da observação in loco e compreende a paisagem não como cenário, mas como organismo vivo e arquivo cultural. A aquarela, em sua prática, é entendida como processo: água, pigmento e tempo constroem imagens que exploram atmosfera, síntese formal e vibração cromática.
Vive e trabalha entre São Paulo e Ilhabela, mantendo diálogo constante entre contexto urbano e natureza. Sua pesquisa recente aproxima arte e território, investigando o gesto pictórico como forma de registro e pertencimento.
Além da produção artística, atua na formação de artistas e na difusão da aquarela contemporânea, integrando criação, educação e consciência ambiental em sua trajetória.
Lilian Arbex participou do Ciclo POÉTICAS DA TERRA - ORIGENS - Maio 2026.

Christiana Asfora
Christiana Asfora (Recife, 1977) é pesquisadora, fotógrafa, gestora cultural e fundadora da Christal Galeria, espaço dedicado à arte contemporânea em diálogo com território, ancestralidade, meio ambiente e práticas do fazer manual. Sua atuação atravessa processos curatoriais, desenvolvimento de projetos culturais e investigações visuais que aproximam arte, memória, paisagem e comunidade.
Seu trabalho busca construir conexões entre arte contemporânea, saberes tradicionais e questões socioambientais, com interesse especial nas relações entre corpo, natureza e pertencimento. Ao longo dos últimos anos, vem desenvolvendo projetos que valorizam artistas mulheres, artistas indígenas e práticas artísticas ligadas à materialidade, à terra e aos gestos ancestrais.
Como fotógrafa e pesquisadora visual, investiga a imagem como ferramenta de escuta e presença, criando narrativas poéticas que atravessam território, identidade e memória coletiva.
Atualmente, desenvolve projetos voltados à preservação ambiental, intercâmbio de saberes e experiências artísticas em territórios de relevância ecológica e cultural, especialmente no Nordeste brasileiro.
Christiana Asfora participou do Ciclo POÉTICAS DA TERRA - ORIGENS - Maio 2026.

Paula Borghi
Paula Borghi é curadora independente e doutoranda bolsista pelo CNPq em Artes Visuais na linha de História e Crítica de Arte pelo PPGAV/UFRJ, por onde também é mestre. Realizou curadorias em instituições como Casa das Rosas, Museu das Culturas Indígenas, Biblioteca Mário de Andrade, Centro Cultural São Paulo, Casa de Cultura do Parque, Paço Imperial, Paço das Artes, Palácio das Artes entre outras. Foi curadora adjunta da 11# Bienal do Mercosul em Porto Alegre, curadora convidada do Centro Cultural Hellerau no Projeto Brasil na Alemanha, assistente curatorial de Ibis Habascal na 12# Bienal de La Havana, curadora da Residência Artística do Red Bull Station, idealizadora do Projecto Multiplo premiado pelo Rumos Itaú Cultural. Desde 2024 é curadora do setor Brasil Contemporâneo na ArtRio.
Paula Borghi participou do Ciclo POÉTICAS DA TERRA - ORIGENS - Maio 2026.

Simone Fontana Reis
Simone Fontana Reis
1965, São Paulo, Brasil. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
A artista visual Simone Fontana Reis transita entre a cidade e a floresta. Sua pesquisa trabalha a diversidade das linguagens e dos materiais criando pontes entre mundos. Em 1998 começa a colaborar com a comunidade Kadiwéu (Centro-oeste) e em 2017, patrocinada pelo projeto Acaia, organiza oficinas na aldeia Bodoquena com as artistas Mônica Nador e Tania Ralston e o antropólogo Messias Basques, a partir da pesquisa
e recuperação da memória dos grafismos históricos Kadiwéu. Em 2019 teve sua primeira experiência de ayahuasca na comunidade Guarani do Rio Silveira (São Paulo) e a partir de então conhece o pajé Muru e o cacique Ninawa da aldeia Txanauri do povo Huni Kuin (Acre). Em 2019 colabora com o povo Huni Kuin e implementa o projeto “Maloca-escola e floreta” na aldeia Txanauri no Rio Muru e na aldeia Espelho
da Vida no Rio Humaitá. Em 2024 inventa a “Festa do Cumarú” realizada em colaboração com o povo Huni Kuin do Rio Jordão. Com uma trajetória de mais de 20 anos sua produção cria fabulações que reforçam a importância dos saberes relacionados às cosmologias indígenas na compreensão da vida.

Deco Adjiman
deco adjiman
(São Paulo, SP, 1979)
Artista visual e poeta.
Formado em Comunicação Social pela FAAP, desenvolve uma prática que investiga as relações entre a palavra e o deslocamento.
Seu trabalho emerge da fricção entre o caminhar e o errar, compreendidos como formas de pesquisa subjetiva e de construção e invenção de uma nova paisagem. Possui também interesse na palavra e em suas possíveis visualidades. Trabalha com objetos, esculturas, livros de artista, textos e instalações, utilizando materiais brutos —frequentemente recolhidos em ruas, praias e matas — que são ressignificados em narrativas visuais de caráter simbólico e contemplativo. Sua produção propõe a transformação do ordinário em sagrado, ativando no espectador uma escuta sensível ao tempo, ao silêncio e ao gesto.
Nas palavras de Ana Carolina Ralston, curadora de sua última mostra individual: “Voltar ao chão, ao peso do corpo, é voltar a si mesmo. Quando os pés tocam o solo, instauramos uma nova relação com o mundo: deixamos de pairar sobre a realidade e passamos a habitá-la. Ao caminhar, o corpo se torna medida do tempo e do espaço. Os pensamentos deslizam, circulam. O espírito não se fixa, ele, enfim, flutua – ou melhor, voa. Nessa travessia tudo transmuta: chão torna-se paisagem; horizonte, pauta; pensamento, palavra. É sobre esse exercício de coleta e deslocamento, seja do espaço ou da escrita, criando a partir disso distintas fabulações, que se estrutura a produção artística de Deco Adjiman.”
Atualmente, dedica-se à costura poética entre o livro e a estrada, entre a palavra e o deslocamento, consolidando sua produção como uma travessia entre linguagens, sentidos e paisagens.
De 2014 a 2024 foi representado pela Galeria Sé, desde 2025 é representado pela Galeria Luís Maluf.

Nome do projeto
Essa é a descrição do seu projeto. Clique em editar texto ou clique 2 vezes na caixa de texto para começar.

Nome do projeto
Essa é a descrição do seu projeto. Clique em editar texto ou clique 2 vezes na caixa de texto para começar.

Nome do projeto
Essa é a descrição do seu projeto. Clique em editar texto ou clique 2 vezes na caixa de texto para começar.
